

...cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...
By Luz
By Luz
Hoje tem festa no céu...
Saudade embrulhada para presente
A dor ainda latente
Por estar tão ausente
Lágrimas
De saudade
De alegria...
PAI
By Luz
No momento em que eu ia partir eu resolvi voltar
(Vou voltar)
Sei que não chegou a hora de se ir embora é melhor ficar
(Vou ficar) Sei que tem gente cantando, tem gente esperando a hora de chegar (Vou chegar) Chego com as águas turvas, eu fiz tantas curvas pra poder cantar
Esse meu canto que não presta Que tanta gente então detesta Mas isso é tudo que me resta Nessa festa Nessa festaaaa
Eu
(Vou ferver) Como um vulcão em chamas com a sua cama que me faz tremer
(Vou tremer) Como um chão de teremotos com amor remoto que eu não sei viver
(Vou viver) Vou poder contar meus filhos,caminhar nos trilhos isso é pra valer
Pois se uma estrela há de brilhar Outra então tem que se apagar Quero estar vivo para ver O sol nascer!O sol nascer! O soooool nascer!!!!
(Vou subir) Pelo elevador dos fundos que carrega o mundo sem sequer sentir
(Vou sentir) Que a minha dor no peito que eu escondi direito agora vai surgir
(Vou surgir) Numa tempestade doida pra varrer as ruas em que eu vou seguir
O em que eu vou seguir!!!
Em que eu vou seguir!!!
**Para quem não conhece: Grande Raulzito! (Raul Seixas)
By Luz
A irracionalidade sui generis
Por Camus
Somos seres racionais, mas, por vezes, nos deparamos com uma irracionalidade sui generis, a saber, o amor. Classifico a aludida irracionalidade como tal, simplesmente porque os animais são irracionais, porém não são dotados do privilégio de amar. Esta palavra composta por quatro letras configura-se nesse tipo especial de irracionalidade. O matrimônio da racionalidade humana com a irracionalidade amorosa gera um filho de nome absurdo. Amar é um absurdo! Por outro lado, é um absurdo não amar! Assim, não há alternativa ao absurdo. O que há de fato são caminhos diferentes que nos levam até ele. Podemos amar e sermos absurdos ou, por outro lado, não amar, mas ainda assim sermos absurdos.
Sofremos com o amor; sofremos de amor; sofremos sem o amor; enfim, sofremos com ou sem amor, desde que seja pelo amor. Entre sofrer com o amor e sofrer sem o amor, já que o sofrimento é comum a ambos os lados, vamos então sofrer com amor. Quanto maior a dor maior o alívio, mais intenso o prazer. Que confusão! O amor também tem dessas coisas, têm momentos de tensão, minutos de tranqüilidade, épocas de sofreguidão, mas também proporciona prazeres inacabados. Não escolhemos o amor é ele que nos escolhe. No amor não somos sujeitos, mas objetos dotados de ações, poucas vezes próprias, mas dotados de ações. O absurdo manda amar e obedecemos cegamente.
Se você enxergar tudo ao seu redor, lembre-se, você não estar amando. Às vezes tentamos ignorar ou desobedecer o que nos ocorre, mas logo nos entregamos sem percebermos ao quê e como nos entregamos. É nessa hora que transitamos do mundo da complexidade racional para o mundo da simplicidade irracional. É nesse momento que começamos a amar! É nesse instante que a vida se torna real!
“Os sonhos são para serem sonhados!”
Disse-me você ontem à noite.
Digo-lhe hoje pela manhã:
Os sonhos são para serem realizados!
AMOR...
Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar...
By Luz

Hoje tô assim:
Fera Felina
Linda Menina...
Camus, amo você!!!
By Luz